Adicionar aos favoritos


Educação Experiencial

O que é?  

É um processo através do qual o educando constrói seu conhecimento e desenvolve habilidades e valores a partir de experiências diretas. Desse modo, ele é ativamente engajado intelectualmente, emocionalmente, socialmente e fisicamente na solução de problemas, assumindo responsabilidades, sendo criativo e construindo significados. O uso de metáforas, associando as situações-problema às do dia-a-dia, fornece um ambiente didático de auxílio na aprendizagem e na mudança de comportamento.  

De onde veio?

Kurt Hahn, em 1920, na Alemanha, criou essa filosofia para ajudar as pessoas a aprenderem e se desenvolverem, colocando como idéia essencial “impelir pessoas à experiência”. Hahn foi deportado para a Inglaterra em 1933, em função de seus ideais de liberdade chocarem-se com a ditadura de Hitler. Em 1945 a Educação Experiencial já estava espalhada pelos 5 continentes. Atualmente existem milhares de pessoas e organizações que se utilizam da Educação Experiencial nas empresas, escolas, clínicas, hospitais,etc. No Brasil essa metodologia centrada na ação chegou há poucos anos. A maior organização que cuida desse assunto, a AEE (Association for Experiential Education), tem sede nos Estados Unidos e promove conferências, seminários e projetos em parceria com diversas universidades.  

Onde é utilizada?  

Nas empresas: desenvolvendo lideranças, formando e integrando equipes de trabalho, contribuindo para os processos seletivos.
Nas escolas e universidades: desenvolvendo professores , alunos e equipes de trabalho.  
Nas clínicas psicológicas: promovendo o ajustamento e desenvolvimento de pessoas e de grupos.

Quais os resultados conseguidos?  

Aumento da sinergia dos grupos de trabalho.
Melhoria rápida da performance comportamental das lideranças.
Desenvolvimento da criatividade, da capacidade de planejamento e da comunicação.
Revisão de valores pessoais e melhoria no relacionamento com pessoas.
Dilatação dos limites pessoais com encorajamento e maior ousadia  na tomada de decisão.
Aumento da capacidade de avaliar riscos e dimensionar limites. 
Melhoria da auto-estima e da percepção dos outros.